Saiba o que verificar no carro antes de viajar nas férias

Viajar é sempre uma experiência emocionante, seja para explorar novos lugares ou visitar familiares e amigos. No entanto, para garantir que sua viagem seja segura e sem contratempos, é essencial verificar o estado do seu carro antes de pegar a estrada. Na Nagen Auto, preparamos um checklist completo para ajudar você a se preparar e evitar surpresas desagradáveis durante sua viagem.

 

1. Verifique os Pneus

  • Pressão dos Pneus: Certifique-se de que todos os pneus, incluindo o estepe, estejam com a pressão correta. Pneus com baixa pressão podem aumentar o consumo de combustível e o risco de acidentes.
  • Desgaste dos Pneus: Inspecione o desgaste da banda de rodagem. Pneus muito gastos podem comprometer a aderência, especialmente em condições de chuva.

2. Checagem de Fluídos

  • Óleo do Motor: Verifique o nível e a cor do óleo do motor. Se estiver próximo da data de troca, é melhor realizar a troca antes de viajar.
  • Fluido de Freio: Garanta que o fluido de freio esteja no nível adequado. Freios eficientes são cruciais para a segurança na estrada.
  • Água do Radiador: Verifique o nível da água do radiador e, se necessário, complete com a mistura adequada de água e fluido de arrefecimento.
  • Fluido da Direção Hidráulica: Certifique-se de que o fluido da direção hidráulica esteja no nível correto.
  • Fluido de Limpeza do Para-brisa: Complete o reservatório com água e aditivo para limpeza dos vidros.

3. Sistema Elétrico

  • Bateria: Verifique se os terminais da bateria estão limpos e sem corrosão. Teste a bateria para garantir que está carregada e funcionando corretamente.
  • Luzes: Inspecione todas as luzes do carro, incluindo faróis, lanternas, luzes de freio e setas, para garantir que estão funcionando perfeitamente.

4. Freios

  • Pastilhas e Discos de Freio: Verifique o estado das pastilhas e dos discos de freio. Se estiverem desgastados, substitua-os antes da viagem.
  • Funcionamento do Freio de Mão: Certifique-se de que o freio de mão está funcionando corretamente.

5. Suspensão

  • Amortecedores e Molas: Inspecione os amortecedores e as molas para garantir que não há vazamentos ou desgaste excessivo.

6. Sistema de Exaustão

  • Catalisador: Verifique se há sinais de entupimento ou mau funcionamento no catalisador. Um catalisador em boas condições é essencial para manter as emissões do veículo dentro dos limites permitidos.

7. Documentação e Equipamentos de Segurança

  • Documentação do Veículo: Verifique se todos os documentos do carro estão em ordem, incluindo licenciamento e seguro.
  • Equipamentos de Segurança: Certifique-se de que você tem um triângulo de sinalização, estepe, chave de roda e macaco em bom estado no carro.

8. Itens Adicionais

  • Cintos de Segurança: Verifique o funcionamento dos cintos de segurança e ajuste-os adequadamente.
  • Limpeza do Carro: Um carro limpo proporciona uma viagem mais confortável e agradável.

Realizar essas verificações antes de viajar pode fazer toda a diferença para garantir uma viagem tranquila e segura. Na Nagen Auto, estamos sempre à disposição para ajudar você com a manutenção do seu veículo. Se precisar de assistência, não hesite em nos procurar. Boa viagem!

 

Pneus importados valem a pena?

Ao procurar por pneus, uma das principais perguntas dos motoristas é se vale ou não a pena comprar pneus importados (muitas vezes apenas associado à China) comparados ao custo-benefício, performance e durabilidade em relação aos nacionais.

 

Mas a verdade é que é um erro comparar apenas esses pontos e, principalmente, o local onde esse pneu foi fabricado! Neste artigo, vamos trazer para você: o que são pneus importados, o que analisar em um pneu importado para ver se atende às suas expectativas/necessidades e ainda mostrar por que vale a pena investir em um pneu desse tipo sem medo!

 

O que são pneus importados

 

Pneus importados são aqueles que não são fabricados no Brasil, mas em outros países, geralmente vindos da Ásia ou da Europa. Eles podem ser de marcas reconhecidas mundialmente, como Michelin, Pirelli, Bridgestone e etc., ou de marcas menos populares como Linglong, Atturo Tires e Saferich.

É comum classificarmos as marcas mais conhecidas como “nacionais” devido às suas popularidades, mas apenas são classificados como nacionais os pneus produzidos dentro do nosso território, independentemente da marca. Há, ainda, a classificação internacional. Entenda as duas:

Pneus nacionais: são aqueles produzidos no Brasil, seguindo as normas e os padrões do Inmetro, que é o órgão responsável pela certificação e fiscalização dos pneus no país. Os pneus nacionais podem ser de marcas internacionais, como Michelin e Bridgestone, que possuem fábricas no território nacional, ou de marcas nacionais, como Firestone e Dunlop, etc. Os pneus nacionais devem atender aos requisitos mínimos de qualidade, segurança e desempenho estabelecidos pelo Inmetro.

Pneus internacionais: são aqueles produzidos em outros países, mas que são destinados ao mercado global, ou seja, que podem ser vendidos em vários países, inclusive no Brasil. Eles também devem seguir as normas e os padrões do Inmetro, caso contrário, não podem ser comercializados no país. Os pneus internacionais podem ser de marcas mais conhecidas, como Pirelli, Continental, Hankook e etc., ou de marcas que estão se construindo no mercado de pneus, como Xbri e Aptany.

Pneu importado é bom?

Assim como todo pneu, a qualidade vai depender de vários fatores: marca, modelo, adequação ao veículo, o uso correto, condições de estrada e etc. A maioria dos pneus comercializados no Brasil é importada, seja da Europa ou Ásia.

O que precisa ser levado em conta é que existem pneus importados de alta qualidade, que oferecem bom desempenho, durabilidade e segurança, e pneus importados que podem apresentar pontos menos vantajosos como desgaste precoce e baixa resistência ao rolamento.

>>> E antes que você pense o contrário, pneus importados são bons, sim!

Desse modo, um índice que você pode ficar atento é a etiqueta Inmetro (que já falamos anteriormente), com ela, você sabe que o pneu comprado atende aos requisitos de qualidade especificados para o Brasil, ou seja, são bons pneus, confiáveis e seguros!

Por isso, pesquise bem antes de comprar pneus, independente da origem, verificando as avaliações dos consumidores, dos especialistas e dos órgãos reguladores.

 

Qual a diferença dos pneus nacionais para os importados

A principal diferença entre os pneus nacionais e os importados é a origem de fabricação. Os pneus nacionais são produzidos localmente, muitas vezes atendendo às especificações e demandas do mercado interno. São frequentemente mais acessíveis em termos de preço, além de terem boa disponibilidade.

Por outro lado, os pneus importados são fabricados em outros países e podem oferecer tecnologias avançadas, materiais especiais e uma gama mais ampla de opções de modelos e marcas. Dependendo da marca, os pneus costumam ser reconhecidos por sua qualidade superior, embora sejam, em muitos casos, mais caros — falando em pneus importados vindos da Europa — devido a impostos de importação e logística, além é claro, do peso que a marca carrega no cenário mundial.

 

Como saber se meu pneu é importado?

 

Existem pneus importados de vários países, como Coreia do Sul, Tailândia, Indonésia, Vietnã, Turquia, Índia, etc. Além disso, existem pneus importados de países europeus, como França, Itália, Alemanha, Espanha, etc.

A origem dos pneus importados pode ser verificada pelo código DOT (Departament of Transportation” em inglês). É uma sequência padronizada de letras e números que identifica o país, a fábrica, a data e o lote de fabricação do pneu e é adotada por todas as fabricantes no mundo.

 

Pneu importado é seguro?

Sim, pneus importados são seguros! Como já comentamos por aqui, para que os pneus sejam comercializados no Brasil, é preciso que passem por testes e avaliações de parâmetros de segurança, durabilidade, resistência e demais métricas. Dessa forma, os pneus precisam ser aprovados pelos órgãos fiscalizadores do Brasil.

 

As fabricantes tendem a investir em tecnologia e testes rigorosos para garantir a segurança de seus pneus. No entanto, é crucial verificar se os pneus estão em conformidade com as regulamentações brasileiras, já que cada país pode ter exigências específicas para garantir a segurança dos veículos.

 

Importados x nacionais: quais os melhores pneus?

 

Não há uma resposta única para essa pergunta, pois o melhor pneu pode variar de acordo com o tipo de veículo, o tipo de terreno, o estilo de condução, entre outros. Além disso, o melhor pneu vai depender da preferência pessoal de cada motorista, pois alguns podem priorizar o conforto, outros a economia, outros a esportividade e por aí vai.

 

No entanto, alguns critérios que podem ajudar a escolher o melhor pneu são:

  • A reputação da marca;
  • A certificação do Inmetro;
  • A adequação às especificações do fabricante do veículo;
  • A garantia do produto;
  • Os testes nos pneus e indicações de outros motoristas;
  • As avaliações e recomendações de especialistas.

 

Créditos: acheipneus

Quando devo trocar o óleo do meu carro?

Realizar as revisões periódicas no carro é essencial para garantir a autonomia e bom funcionamento do carro e com a troca de óleo do motor não seria diferente;

Esse é um procedimento simples, mas que precisa ser feito regularmente para garantir o bom funcionamento do carro. Afinal, o lubrificante é responsável por proteger as peças e os componentes internos do atrito e das altas temperaturas que são atingidas durante o uso.

― Mas, alguns motoristas esquecem de verificar o nível do óleo ou não sabem o momento certo de fazer a troca. Vem entender como funciona o procedimento:

 

Quando trocar o óleo do carro?

A frequência ideal para a troca de óleo do carro pode variar dependendo de vários fatores, como o tipo de óleo utilizado, o modelo do veículo e as condições de uso.  No entanto, geralmente é recomendado fazer a troca a cada 5 a 10 mil quilômetros percorridos ou a cada 6 meses, o que ocorrer primeiro. 

Mas, existe uma regra básica que pode ser seguida conforme o tipo de lubrificante usado, confira:

  • Óleo sintético: para esse tipo de lubrificante, a troca deve ser feita a cada 10 mil quilômetros percorridos ou 6 meses, dependendo do que ocorrer primeiro.

  • Óleo semissintético: nesse caso, a substituição pode ser feita a cada 7.500 quilômetros ou 6 meses, conforme o que chegar antes.

  • Óleo mineral: para esse, a troca pode ser feita a cada 5 mil quilômetros percorridos, fazendo também a troca do filtro de óleo ou a cada 6 meses.

Vale lembrar que esses prazos podem variar dependendo das especificações do fabricante e das condições de uso do veículo.

Por isso, é recomendado consultar o manual do proprietário do veículo e também a etiqueta que geralmente está fixa no para-brisa do carro para ver as orientações precisas sobre a frequência de troca de óleo recomendada. Além disso, é fundamental ficar atento a outros sinais que possam indicar a necessidade de uma troca de óleo frequente, como a luz do óleo acesa no painel, odor estranho vindo do motor ou diminuição no desempenho do veículo.

Se notar qualquer um desses sintomas, é aconselhável levar o carro a um profissional para uma avaliação mais detalhada.

Por que trocar o óleo do motor?

Trocar o óleo do motor com frequência é importante para que o carro funcione com desempenho próximo ao de fábrica. O óleo é responsável pela lubrificação e proteção das partes móveis do motor, ele reduz o atrito e evita o desgaste das peças antes do tempo de uso planejado.

Além disso, o óleo também controla o calor gerado pelo motor a combustão, evitando que essa energia térmica seja transferida para outros sistemas e afete o funcionamento geral do carro. 

A troca é importante porque como o óleo corre por diferentes peças em seu funcionamento, ele pode acumular componentes e impurezas que reduzem sua qualidade e sua eficiência. 

O óleo do motor também é consumido durante seu uso, o que reduz seu volume total e compromete igualmente seu funcionamento. 

Conforme o óleo perde suas propriedades de lubrificação do sistema interno do veículo, ele se torna mais ácido e pode causar a corrosão do sistema e danificar outras peças.

Ou seja, um óleo velho aquece o carro, passa impurezas para os sistemas e ainda desgasta as peças por onde passa – motivos mais que suficientes para garantir que você faça as trocas no período correto.

Dicas para troca de óleo do motor no seu carro

Abaixo, separamos algumas dicas práticas para quando realizar a próxima troca de óleo no seu carro. Confira:

  • Não tente trocar o óleo sozinho, opte por uma manutenção de qualidade;

  • Escolha um óleo bom recomendado pela montadora do seu veículo;

  • Realize a medição do óleo preferencialmente pela manhã em local plano;

  • Troque o filtro de óleo junto do óleo;

  • Não peça aditivos no óleo, todos já vêm com a composição química necessária para realizarem sua função.

 

Serviço Nagen Auto

A Nagen possui serviço de troca de óleo, onde é feito na hora sem precisar de agendamento e os clientes só pagam o óleo e o filtro. Enquanto os automóveis estão sendo cuidados pela equipe de manutenção da Nagen, os motoristas podem descansar e esperar com internet, café, água e muito conforto.

Desse jeito, enquanto cuidamos do seu carro, você pode aproveitar para ter um momento de descanso ou resolver pendências online. 

Quer saber mais sobre como funcionam os serviços da Nagen? Entre em contato conosco e faça já o seu orçamento! 

4 dicas para economizar combustível

Assim como os freios, o conjunto de rodas e pneus em más condições pode ocasionar sérios riscos à segurança dos ocupantes. O desgaste desses componentes acaba sendo frequente caso você tenha como costume trafegar em pisos ruins, repletos de buracos, irregularidades de obstáculos. Deste modo, faça a manutenção periódica das rodas e dos pneus, para assegurar a segurança e o conforto do motorista e dos passageiros.

 

Assim como os freios, o conjunto de rodas e pneus em más condições pode ocasionar sérios riscos à segurança dos ocupantes. O desgaste desses componentes acaba sendo frequente caso você tenha como costume trafegar em pisos ruins, repletos de buracos, irregularidades de obstáculos. Deste modo, faça a manutenção periódica das rodas e dos pneus, para assegurar a segurança e o conforto do motorista e dos passageiros.

6 dicas para preservar o sistema elétrico do seu carro.

Assim como os freios, o conjunto de rodas e pneus em más condições pode ocasionar sérios riscos à segurança dos ocupantes. O desgaste desses componentes acaba sendo frequente caso você tenha como costume trafegar em pisos ruins, repletos de buracos, irregularidades de obstáculos. Deste modo, faça a manutenção periódica das rodas e dos pneus, para assegurar a segurança e o conforto do motorista e dos passageiros.   Assim como os freios, o conjunto de rodas e pneus em más condições pode ocasionar sérios riscos à segurança dos ocupantes. O desgaste desses componentes acaba sendo frequente caso você tenha como costume trafegar em pisos ruins, repletos de buracos, irregularidades de obstáculos. Deste modo, faça a manutenção periódica das rodas e dos pneus, para assegurar a segurança e o conforto do motorista e dos passageiros.